A internet em muito nos auxilia a fazer pesquisas e tirar dúvidas, inclusive a respeito de sintomas de doenças. No entanto, por trás desses benefícios, existem perigos da automedicação, isto é: quando a pessoa resolve tomar um remédio sem antes se consultar com um médico.

Mesmo um medicamento que pareça inofensivo, como um comprimido para dor de cabeça, pode provocar reações sérias se não souber bem o que está sendo ingerindo, ou como o organismo poderá reagir à substância. Para evitar problemas em sua saúde, reunimos informações importantes acerca desse assunto. Acompanhe!

O que é a automedicação?

A automedicação se define pelo uso indiscriminado de remédios, sem a prescrição de um profissional da saúde.

Geralmente, a medicação é indicada por algum amigo ou familiar, que tenha se dado bem com ela. Ou, ainda, a própria pessoa que toma a iniciativa de testar um remédio para o alívio rápido de algum desconforto.

Quais os perigos da automedicação?

Existem alguns perigos ocultos por trás da decisão de se automedicar. É possível que o paciente desenvolva alguma resistência à substância, como no caso de antibióticos ou anti-inflamatórios. Isso significa que na próxima vez que for necessário fazer o uso da mesma medicação, o remédio poderá não fazer o efeito esperado.

Existe também a possibilidade de causar interação com outro remédio do qual o indivíduo já faça uso. Muita gente não sabe, mas alguns tipos de medicamentos podem diminuir, temporariamente, o efeito do anticoncepcional, por exemplo. Pessoas que tomam anticoagulantes também precisam se atentar quanto a isso, para não correrem o risco de desenvolverem trombos, com o corte do efeito.

Também não se pode esquecer da possibilidade de intoxicação, ou seja, quando é ingerido uma quantidade de remédio maior do que o organismo consegue digerir.  Ou, ainda, da dependência, em que o paciente precisa, cada vez mais, de uma dose maior da substância, para que tenha o resultado desejado.

Qual a importância de um acompanhamento médico?

O médico é um profissional capacitado que, além de estudar os tipos de sintomas e doenças do ser humano, tem grandes noções de farmacologia. Afinal, uso de qualquer medicação deve ser levado a sério e ser feito apenas em casos necessários.

Para se ter uma ideia, existem remédios que chegam a piorar os sintomas, fazendo com que a pessoa precise de alguma intervenção para controlar os efeitos indesejados. Além disso, existe a possibilidade de a substância camuflar alguma doença séria, como no caso da ingestão de antitérmicos. Uma febre, por exemplo, é, muitas vezes, sinal de infecção no organismo. Por isso, coibir os seus sintomas pode impedir a pessoa de notar algum problema mais sério.

Em uma consulta com um médico é possível avaliar todos os sinais do paciente, saber seu histórico de doenças, pedir exames importantes, para, então, avaliar o medicamento mais efetivo para cada caso.

Portanto, fique atento aos perigos da automedicação e evite passar por problemas ainda maiores. Procure sempre uma orientação com especialista, principalmente em relação às crianças, que costumam ser mais sensíveis às reações.

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