De acordo com a Organização Mundial da Saúde, são grupo de risco para o Coronavírus pessoas acima dos 60 anos de idade, em especial aquelas que possuem mais de 80, hipertensos, pacientes portadores de diabetes, asmáticos e fumantes. 

Para essas pessoas, a infecção viral, que pode se manifestar como um simples resfriado, tende a se tornar um problema mais grave. Além da necessidade de respirador, a doença pode levar a morte. 

Idosos

O processo de envelhecimento causa mudanças em todo o organismo, uma delas é um enfraquecimento do sistema imunológico do corpo. Com isso, vamos nos tornando mais vulneráveis a infecções, como é o caso do Coronavírus. 

Pelo mesmo motivo, pessoas em idade avançada possuem mais dificuldade em combater  microorganismos invasores, e o que para jovens poderia ser um agente simples, em idosos acaba se tornando um forte agressor. 

Enquanto em pessoas jovens a taxa de mortalidade do COVID-19 está abaixo de 3%, em indivíduos com mais de 70 anos ela pode chegar a 20%.

Hipertensos

Segundo estudos chineses, onde foram testados mais de mil pacientes afetados pelo Coronavírus, sendo entre esses 173 casos graves, 23% tinham pressão alta. Outro estudo aponta que de 140 doentes internados por causa da doença, 30% sofriam de hipertensão.

De uma maneira geral, pessoas portadoras de doenças crônicas são mais vulneráveis a doenças que acometem o pulmão. Além disso, esses pacientes tendem a sofrer mais com essas infecção se comparados a uma pessoa saudável. 

Uma outra teoria (comentada pela própria Sociedade Brasileira de Cardiologia) a respeito do maior número de complicações pelo COVID-19 em pessoas hipertensas tem relação com uma enzima chamada ECA-2 presente nas células dos pulmões e dos rins. Os medicamentos que controlam a pressão aumentam a concentração dessas enzimas e por isso acabam contribuindo para replicação viral. 

Asmáticos 

Se a doença em questão afeta os pulmões, logo os asmáticos são considerados grupo de risco. A asma causa deficiência respiratória e torna os pulmões mais sensíveis. 

A infecção pelo Coronavírus além de aumentar o número de crises asmáticas, torna seus sintomas pulmonares mais evidentes, deixando o paciente extremamente debilitado. 

Diabéticos 

A diabetes é fator de risco para diversas infecções, pois o excesso de glicose no sangue impede que o sistema imunológico atue apropriadamente, deixando o corpo mais vulnerável a vírus e bactérias. 

Além disso, os diabéticos demoram a apresentam os sintomas do c

Coronavírus, fazendo com que a doença seja descoberta já em estado avançado, o que aumenta o risco de complicações. 

Fumantes

Pessoas tabagistas possuem a capacidade pulmonar reduzida devido à constante exposição dos pulmões às substâncias do cigarro que favorecem o desenvolvimento de doenças pulmonares. 

Por terem seus pulmões já debilitados, esses indivíduos são considerados grupo de risco para o Coronavírus. As chances de desenvolverem os sintomas mais graves da doença é consideravelmente superior se comparada a pessoas não fumantes.

A Organização Mundial da Saúde aconselha que todos se cuidem, evitem lugares aglomerados e áreas onde possa ocorrer contato com pessoas infectadas. A recomendação é reforçada para pessoas do grupo de risco, que devem manter-se em isolamento domiciliar, sendo ainda mais precavidas.

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